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sexta-feira, 1 de julho de 2011

UNTA promete denunciar irregularidades nas normas de segurança no trabalho

Luanda - A União Nacional dos Trabalhadores de Angola (Unta-Confederação Sindical) prometeu hoje, quinta-feira, em Luanda, fiscalizar e denunciar todas as irregularidades às normas e princípios de segurança e higiene no trabalho.

A Unta- Confederação Sindical, que apresentou o tema “ O papel das Organizações Sindicais na Prevenção de Acidentes e Doenças Profissionais”, no workshop sobre “Novos Desafios da Segurança e Saúde no Trabalho”, promovido pelo Mapess, através da Direcção Geral do Trabalho, vai ainda exigir da entidade patronal melhores condições de trabalho e segurança nos locais de trabalho.

Apresentada pelo chefe de departamento da secretaria das associações sindicais e formação de quadros da Unta, Marcos Pinto, a política sindical sobre segurança e higiene no trabalho vela ainda pela aplicação de indemnizações originadas pelas doenças profissionais e outros fenómenos de incapacidade precoce.

Propor sanções por inobservância das regras elementares de segurança, higiene e saúde no trabalho, a luta por uma política nacional de prevenção, segurança, assistência médico-medicamentosa, como reza a convenção internacional 164 de 1981.

“Em Angola, apesar da legislação nacional reformulada, continuam a registar-se muitos acidentes de trabalho que causam mortes, principalmente a jovens no ramo de construção, por isso nesta conformidade vamos trabalhar para que estes casos sejam mitigados”, disse Marcos Pinto.

Baseando em dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de dois milhões de pessoas morrem e mais de 330 milhões são lesionadas anualmente devido a ocorrência de acidentes de trabalho, em tudo mundo.

Quanto à saúde e bem-estar dos trabalhadores, disse terem notado uma “aberrante”precariedade de segurança no trabalho, cargas horárias excessivas, novos riscos de doenças profissionais, como stress, desgaste físico precoce, propagação do HIV/Sida e da tuberculose.

Face a esta tendência, a Unta-Confederação Sindical vai exigir a protecção da saúde do trabalhador por meio do desenvolvimento de acções de vigilância dos riscos presentes nos ambientes do funcionário.

No quadro da implementação da política sindical, segurança, higiene no trabalho, a Unta-CS actualmente dispõe de uma bolsa de formadores nesta área, num total de 330 distribuídos nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Huambo, Namibe, Cunene, MalanJe, UÍge, Lunda Sul e Bié.

Assim, solicitou na ocasião a Inspecção Geral do Trabalho para uma maior aproximação com os sindicatos, particularmente na investigação dos acidentes de trabalho, realização de acções conjuntas e superação técnica de quadros sindicais.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Falta de EPI causa acidentes irreparáveis


Área da construção civil é considerada a atividade campeã de acidentes de trabalho, o que é bastante preocupante, pois coloca o setor em evidência no cenário nacional de estatísticas negativas. A afirmação é da psicóloga do trabalho e técnica de segurança no trabalho, Wanessa Cristina da Silva.
Wanessa explica que para evitar e prevenir os acidentes de trabalho é obrigatório o uso de equipamento de proteção individual (EPI), que ajuda na prevenção desse tipo de acidente. "Sabemos que o risco existe, não somente da empresa, mas também do trabalhador, que tem que utilizar os EPIs. O próprio funcionário burla a lei e a autoridade, não fazendo o procedimento adequado de segurança, submete o trabalhador ao risco. O técnico faz o papel de conscientizador, ele cria regras para serem cumpridas", esclarece.A psicóloga relata que a área da construção civil sempre foi e continua sendo campeã de acidentes de trabalho por causa do risco de queda em função da altura e devido à pressão da conclusão da obra em tempo hábil. "Às vezes, para executar um trabalho, o funcionário leva meia hora para montar e testar um equipamento para ter segurança. Para se acidentar, é questão de segundos", alerta.Wanessa observa que nas atividades da construção civil têm que haver investimento no comportamento do profissional, investimentos nos treinamentos com linguagem mais acessível e na prática. "O trabalhador tem que entender que é preciso usar o EPI para seu próprio bem-estar, segurança e para se sentir digno na função que realiza. O trabalhador não pode se expor ao risco. Todo mundo tem inteligência suficiente para respeitar as normas", finaliza. (SN)


quinta-feira, 23 de junho de 2011

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Devido algumas pessoas fazerem algumas perguntas, e pediram um espaço especial para poder faze-las decidi Criar um espaço, ou melhor, alguns espaços para que pudessem ter essa melhoria. AI VAI.

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