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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

(Acidente do Trabalho) Homem fica preso em máquina de triturar no Lobato.

Redação CORREIO
Um homem sofreu um acidente de trabalho e teve a mão presa por uma das máquinas que operava em uma fábrica de pré-moldados no Lobato, subúrbio ferroviário de Salvador, por volta das 9h desta sexta-feira (26).
Segundo informações de equipes que prestaram atendimento à vítima, o operário ficou preso em uma máquina de trituração na fábrica Empresa Bahiaflex. Uma equipe especializada em serrar ferragens do Corpo de Bombeiros foi encaminhada para o local para retira do operário da máquina onde ocorreu o acidente.
O operário, cuja identidade não foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros, foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para um hospital da cidade. 

Ainda não há informações se a vítima terá a mão amputada. O CORREIO não conseguiu contatar os proprietários da indústria.

Fonte:http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/homem-fica-preso-em-maquina-de-triturar-no-lobato/

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Técnico de Segurança Diz Ter Sido Mordido Por Ex-Patrão.

Hedércio Gomes 
“Fui mordido a cobrar dívida ao ex-patrão”

Vê se pode uma dessas no dia 25 deste mês, um técnico de higiene e segurança no trabalho diz ter sido mordido por um administrador da empresa Hegolar, em Cantanhede, onde trabalhava, ao reivindicar um pagamento após o pedido de rescisão do contrato.

 "Deu-me uma dentada no peito e arrancou-me um pedaço de carne", diz Hedércio Gomes, 25 anos. Os administradores negam e dizem que foi o ex-funcionário a tomar a iniciativa – apenas o agarraram para se defender. Ambas as partes apresentaram queixa às autoridades.

Segundo Hedércio, a dentada de Paulo Lages ocorreu depois de se ter demitido da empresa onde trabalhava desde 2008 – quando foi à firma reivindicar o pagamento "a que tinha direito", cerca de dois mil euros.





Autoridade para as Condições de Trabalho investiga acidente e suspende obras.

25/08/2011                                                                                                                                                                                  
As obras de construção do colégio, em Évora, onde ocorreu na quarta-feira um acidente de trabalho com um morto estão temporariamente suspensas, até a Autoridade para as Condições do Trabalho concluir o respetivo inquérito.
"Estamos a reunir todos os elementos necessários para a elaboração do inquérito do acidente de trabalho, portanto, neste momento, a obra está suspensa", revelou a directora do Centro Local de Évora da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), Ana Isabel Machado, citada pela Agência Lusa.
A responsável disse que o inquérito da ACT começou logo "ao final da tarde" de quarta-feira, quando ocorreu o acidente, e que a suspensão da empreitada visa facilitar e tornar mais célere a investigação às causas do mesmo.
"Iremos concluir o inquérito o mais depressa possível e chegar à fase final, que é verificar e analisar as causas deste acidente de trabalho", disse, apontando para a "próxima semana, em princípio", a conclusão das averiguações.
Uma barreira de terra, junto a uma vala, desabou na quarta-feira nas obras do Colégio Fundação Alentejo, que vai ter creche, jardim de infância e primeiro ciclo, cuja abertura está prevista para Setembro.
O deslizamento provocou a morte de um trabalhador, de 52 anos, de nacionalidade indiana, que se encontrava na vala e não conseguiu sair, quando caíram pedras e terra, devido ao rebentamento de uma conduta de água.
Outro trabalhador, da mesma nacionalidade, na casa dos 30 anos, sofreu ferimentos ligeiros e foi transportado para o hospital da cidade, mas "já teve alta", revelou a directora da ACT em Évora.
Até ao momento, frisou Ana Isabel Machado, a ACT apurou que, na altura do acidente, decorriam "trabalhos de escavação" para a "montagem de uma caixa de esgoto", encontrando-se "dois trabalhadores no fundo do fosso, para limpar a zona e apoiar" a operação.
"O que motivou o acidente de trabalho foi o rebentamento de uma conduta de água. Com a pressão da água, houve o deslizamento de pedras e de terra", disse.
Sem revelar dados sobre o empreiteiro geral da obra ou subempreiteiros, a directora distrital da ACT adiantou que "três empresas tiveram trabalhadores envolvidos no acidente".
A mesma fonte explicou à Lusa tratar-se de um estaleiro que tinha "todos os cuidados ao nível do planeamento da prevenção dos riscos profissionais", possuindo, por exemplo, coordenação de segurança, técnicos de segurança e plano de segurança e saúde no trabalho.
"Agora, teremos que averiguar em pormenor todas essas situações e verificar se houve alguma falha na área da prevenção dos riscos profissionais", sublinhou.
A Fundação Alentejo, dona da obra, também revelou na quarta-feira à Lusa já ter pedido relatórios ao empreiteiro e às empresas de coordenação de segurança e de fiscalização da obra.

Fonte:http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspxDistrito=%C9vora&Concelho=%C9vora&Option=Interior&content_id=1962120&page=-1